CEFR – Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas
(Common European Framework of Reference for Languages)

O CEFR é usado para descrever o nível de proficiência em línguas estrangeiras. Ele foi desenvolvido pelo Conselho Europeu com o objetivo principal de fornece métodos de avaliação e ensino que possam ser aplicados a todos os idiomas europeus.

Em 2001, uma resolução do Conselho da União Européia recomendou o uso do CEFR como sistema de validação da habilidade em idiomas e, desde então, os seis níveis de referência do CEFR têm sido largamente aceitos e utilizados mundialmente para atribuir faixas de proficiência.

As faixas de proficiência do CEFR são: A1, A2, B1, B2, C1, C2. Veja o gráfico abaixo e, em seguida, a tabela descritiva.

A Comprovação do Nível de Proficiência em Idiomas na Pós-Graduação
Uma vez que todo aluno de curso de pós-graduação Stricto Sensu deve comprovar seu domínio em línguas estrangeiras, é grande a responsabilidade dos cursos no tocante à definição dos critérios adotados:

► Qual o nível ideal em uma língua estrangeira para que o aluno tire o máximo proveito do seu curso?
► Quais idiomas e quais exames aceitar?
► Qual a pontuação mínima a ser exigida em cada exame?
► A comprovação será requerida no processo seletivo ou depois do ingresso?

Opções e Coerência

É importante que os editais dos processos seletivos dos cursos de pós-graduação ofereçam diferentes opções de exames de proficiência para que o candidato ou aluno escolha o que lhe for mais conveniente, mas é igualmente importante que haja coerência e equilíbrio entre as pontuações requeridas de exames distintos. Por exemplo, se o curso requer 70 pontos no exame TEAP, é importante uma pontuação equivalente nos exames IELTS® e TOEFL®, dentro de suas respectivas escalas de pontuação.

Riscos ao Desempenho Acadêmico dos alunos

Algumas situações podem trazer para o curso de pós-graduação alunos com domínio bastante limitado na língua estrangeira requerida:

► Requerer pontuações muito baixas nos exames de proficiência;
► Aceitar provas de idiomas elaboradas sem critérios claros e pontuações que não podem ser comparadas às de outros exames;
► Aceitar idiomas que raramente serão utilizados ao longo do curso;
► Permitir a comprovação da proficiência após o ingresso, na espectativa de que os alunos linguisticamente limitados venham a desenvolver uma competência adequada ao longo do curso;

Conte com a TESE Prime em caso de dúvidas com relação a critérios linguísticos, características dos exames de proficiência, pontuações, CEFR, etc. Envie sua mensagem para [email protected]

Respostas de 11

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